01 Na igreja
vão ao culto duas ou três vezes por semana. Quase sete em cada dez.
A gente cresceu na igreja e continua nela. Estudamos teologia feminista e lemos a Bíblia a partir da vida das mulheres. Também montamos comunidades de acolhimento pra quem já se sentiu sozinha no banco do templo.
Teologia Feminista do Zero5 aulas gratuitas, com slides e leituras
Quem somos
O MPV nasceu de mulheres que passaram por isso. Foram julgadas pelo divórcio, pela gravidez fora do casamento, por querer pregar, por não querer casar ou não querer ter filhos. Muitas acharam que precisavam escolher entre a fé e a própria dignidade.
Desde 2023 a gente faz escola bíblica online, ciclos de formação gratuitos e encontros presenciais pra ler a Bíblia ao lado das mulheres que ela tantas vezes deixou em silêncio.
Um grupo de cristãs feministas que creem que a mensagem do evangelho também é sobre a inclusão e a dignidade dos corpos de todas as mulheres.


Curso gratuito · na plataforma do MPV
Pra quem ouviu a vida inteira que cristã feminista não existe. A história conta outra coisa, e o curso começa por ela.
Mulheres evangélicas, hoje
Em 2025 o ISER, Instituto de Estudos da Religião, conversou em profundidade com 45 mulheres evangélicas de todas as regiões do país. Os números são dessas entrevistadas e ajudam a entender pra quem o MPV existe.
01 Na igreja
vão ao culto duas ou três vezes por semana. Quase sete em cada dez.
02 Na liderança
4de 33
ministérios em que elas atuam são reconhecidos como posição de liderança. O mais comum é o infantil. Elas participam “como audiência em vez de estarem diretamente na organização”, resume o relatório.
03 Direitos
29 de 45
acham que as mulheres têm menos direitos que os homens. O salário menor foi o motivo mais citado.
04 Quem são
das entrevistadas são mulheres negras.
05 Racismo
06 Fé e feminismo
17 de 27 acreditam que dá pra ser cristã e feminista ao mesmo tempo.
“Eu tô falando realmente de correr atrás do direito das mulheres de conseguir desempenhar papéis de liderança, de conseguir salários igualitários.”
Fonte: ISER, Mulheres evangélicas, política e cotidiano, pesquisa qualitativa com dados coletados entre outubro e novembro de 2025, coordenação de Lívia Reis e Nina Rosas. Por ser qualitativa, os percentuais valem para o grupo entrevistado e não para todas as evangélicas do Brasil. Conheça o ISER.
Nossa caminhada
Mais de 660 mulheres se inscreveram nos ciclos de 2023 e 2024. Os encontros são gratuitos, têm espaço kids e terminam do jeito que a gente gosta, com mulher abraçando mulher.

Duas aulas de leitura feminista e popular da Bíblia, com o Projeto Redomas, O Reino em Pessoa e o EBDcast. Os temas foram teologia feminista contra as necroteologias e mulheres na busca por justiça.

Três aulas ao vivo, às terças à noite, com Pâmella Campos e Agnes Alencar. No print, a aula sobre as mulheres cristãs que lutaram por direitos, como Ida B. Wells.

Um sábado inteiro na Igreja Batista do Caminho, com espaço kids e as oficinas “Mulheres relendo a Bíblia” e “Mulheres comunicando vida”.

Na Igreja Head 80, na Vila Cleonice, com as mesmas oficinas do encontro do Rio.

Duas aulas online pelo Google Meet e, no dia 23, o encontro “Só existe um jeito de ser mulher cristã?” na Igreja Comuna do Reino, com culto de encerramento no domingo.
Quem conduz
Professora
Educadora, teóloga, historiadora das religiões e escritora. Crente de berço, batista, filha e neta de diaconisa e de professoras de escola bíblica dominical. Na igreja onde cresceu, escreveu uma revista sobre mulheres cristãs que mudaram o mundo.
@pamellacampos96
Professora
Pastora, mestre em Religião e Cultura pela PUC-SP e cofundadora da Rede Mulheres de Paz. No MPV conduz as oficinas de leitura popular e feminista da Bíblia.
@agnesalencar_Apoie
O curso, os materiais e os encontros são gratuitos e se mantêm com a contribuição de quem pode ajudar. Qualquer valor conta.
mulheresprofetizandovida@gmail.com